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MEIO AMBIENTE - Convenção em Bonn discute documento para suceder Kyoto

As atenções de ambientalistas de todo o mundo estarão voltadas para Bonn entre 2 e 12 de junho. A cidade alemã sedia mais um evento da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima para afiar as discussões sobre metas para salvar o planeta do aquecimento global. São mais de 4 mil participantes, vindos de 180 países, representando governos, indústrias, instituições de pesquisa e organizações não-governamentais. 

A rodada de debates precede a Convenção do Clima de Copenhague, marcada para dezembro. Até lá, outras três sessões discutirão os pontos-chaves que devem ser levados a Copenhague. O encontro na Dinamarca terá a missão de formalizar um pacto internacional para lidar com as mudanças climáticas, dando sequência ao Protocolo de Kyoto.

Mesmo com os impactos da crise global na economia, o ano de 2009 é tido como crucial para discussões sobre o futuro do planeta. O encontro em Bonn deve criar um texto único que trace, a longo prazo, ações nos campos de cooperação, adaptação, mitigação e tecnologia para a vida num planeta mais quente.

Segundo a ONU, já que o aquecimento global é fato, é preciso que os países saibam como adaptar sua população às mudanças climáticas que estão por vir e também como minimizar seus efeitos.

A discórdia também marca o encontro em Bonn: como países pobres e ricos devem tratar suas emissões? Para o secretário executivo da Convenção para Mudanças Climáticas da ONU, Yvo de Boer, os participantes da reunião precisam trabalhar com clareza alguns assuntos principais, dentre eles, como países industrializados podem, de fato, reduzir suas emissões até 2020. E também como países em desenvolvimento podem limitar o crescimento dos poluentes lançados na atmosfera.

A Convenção de Copenhague deve propor uma redução de 75% a 95% das emissões de carbono de países industrializados até 2050, em comparação com os níveis de 1990.

Pela primeira vez na história, o acordo também deve sugerir uma meta de redução das emissões para países em desenvolvimento. Economias emergentes, como Brasil, China e Índia, teriam que diminuir em 25% os gases estufa até 2050 em relação aos dados registrados em 2000.

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EDIÇÃO • Abr/2016

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