Sínodos Vale do Itajaí e Norte Catarinense - 11 de dezembro de 2017
Abril 2016

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Anistia pede fim de morte por apedrejamento no Irã

A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional pediu ao Irã a abolição da pena de morte por apedrejamento. Em um relatório divulgado no dia 15 de janeiro, a organização descreve o apedrejamento como uma prática "horrenda", formulada especificamente para aumentar o sofrimento da vítima.

De acordo com a Anistia Internacional, o Irã é o único país do mundo onde a morte por apedrejamento é prevista em lei e ainda praticada. As vítimas são enterradas até o peito ou o pescoço e têm pedras atiradas sobre elas. As leis iranianas estipulam que as pedras não podem ser nem pequenas demais, nem excessivamente grandes para que a vítima não seja morta imediatamente.

Nos últimos cinco anos, juízes em Teerã vêm tentando proibir a prática, mas um homem condenado por adultério foi executado dessa forma em uma província remota no ano passado. De acordo com a Anistia Internacional, mais cinco mulheres e dois homens enfrentam a mesma punição.

Nenhuma resposta oficial sobre o pedido da Anistia Internacional foi divulgada, mas defensores da punição alegam que ela está prevista no Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, e só é imposta em casos extremamente raros.

Jon Leyne - BBC Brasil

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EDIÇÃO • Abr/2016

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